sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Fast Food Talvez?

Apesar de maltratá-la diariamente...
Amo a língua de Camões!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

No São João, A Sardinha Pinga No Chão

É um ditado popular português o qual eu desconhecia.
Se conhecesse não teria passado o simpático vexame de adentrar um legitíssimo restaurante português de Cascais perguntando por sardinhas.
'Não é mais estação', nos respondeu laconicamente o responsável pelo lugar.
Como assim, pensamos nós? [eu e dois amigos brasileiros que agora moram aqui]
Estamos numa vila de pescadores [Cascais] e não comeremos sardinhas na brasa?
E como explicar o cheirinho de sardinha assada que assola boa parte das ruelas?
É que para um legítimo português sardinha boa é a sardinha de junho.
É quando acontece um fenômeno dos ventos, a 'nortada' [como chamam aqui].
A 'nortada' produz não só a abundância de sardinhas, como as deixa mais robustas.
Daí, cabisbaixos e com a boca cheia d'água só nos restou caminhar até o John Bull, bar-restaurante inglês, onde comemos as moças aí da foto.
O prato vem com 4 para cada.
Estavam bem boas.
Mas no recanto da alma - e da gula - ficou o suspiro.
Sardinhas de junho...

E Um Pouco De Tapeçaria...

Alguém Se Habilita?

Adorei A Casa Do Vizinho

Amanheceu no Estoril

E Quando...

Chegou a noite a Cascais.
Nessa época lá pelas nove.
Passei a olhar mais para cima!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Agora É Residência

Cascais & Cascale

O Estoril

Vejo A Lua No Céu

Amo Todas

Viagem em Portugal

A viagem não acaba nunca.
Só os viajantes acabam.
E mesmo estes podem prolongar a viagem em memória, em lembrança, em narrativa (...)
É preciso recomeçar a viagem.
Sempre.

José Saramago termina assim seu livro Viagem em Portugal.

Portugal 2010

E cá estou.
Em Portugal.
Onde há anos me prometo vir.
Cheguei.

Ps. Como tradicionalmente acontece estou abrindo uma coluna à esquerda para aglutinar os posts - espero que sejam muitos - além-mar.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Keith Haring

Se você mora e/ou está em SP e ainda não viu, CORRA!
Termina agora, domingo, no Caixa Cultural [o centro de cultura da Caixa Econômica, no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista] a exposição do Keith Haring.





Eu só consegui ver ontem.
Valeu à pena. Muito.
A exposição é bacanérrima.
Além dos clássicos Pop Shop [a.m.o. aqueles cachorros dele], tem várias gravuras.
E o mais legal, vários registros dele no Brasil.
Sei lá.
Achei sensacional ver as fotos dele em Ilhéus, o passaporte com o visto brasileiro, um fax ilustrado falando daqui, as fotos dele pintando, criando, no meio daquela coisa simples e incrível que é a Bahia.
Outra coisa que achei emocionante foi ver os vídeos dele aqui em SP, pintando, grafitando.
Tem uma entrevista curiosa dele pro Patrício Bisso, um registro mega-interessante
Isso tudo sem falar nas outras coisas da exposição, tipo os skates que ele vendia na Pop Shop.
E um quadro que me encantou.
Esse aqui abaixo.
Silence = Death
Keith Haring pra mim é a cara de NY.
A cara do que eu mais gosto na cidade.
Cor.
Arte despojada, sem aura de elite, rabiscos coloridos no meio da rua.
Eu adoraria ter visto in loco os desenhos dele no metrô nova-iorquino.
Fiquei um tempão lá vendo tudo.
E lembrei muito de uma exposição do Basquiat que eu vi, se não me engano, na reabertura do Museu de Arte Moderna do Brooklyn, há uns 4, 5 anos.
Fiquei feliz.
Afinal, tive a chance na vida de ficar cara-a-cara com a obra de dois artistas que são a alma nova-iorquina

PS. Se você for, não deixe de pegar o livrinho da exposição chamado ‘O Livro da Vida’.
Simples, diferente, relevante.
Como Keith Haring.

domingo, 8 de agosto de 2010