Deu Obama no Caucus.
Para o The New York Times a vitória de Obama num estado predominantemente branco é uma "poderosa resposta à pergunta se a América está preparada para votar num negro para presidente".
Para o jornal mais influente dos EUA, o mais notável é perceber que raça não é um fator nesta eleição.
Obama levou porque prega mudança.
Entre os democratas, teve 37.6% do apoio dos delegados.
Edwards e Hillary ficaram tecnicamente empatados.
O primeiro com 29.8% e a ex-primeira dama com 29.5%.
No lado republicano, Huckabee levou pelo menos 34.4% dos delegados.
Ao ser declarada a vitória do evangélico, Romney estava em segundo com 25.4%.
Fred Thompson e Jonh McCain ficaram na casa dos 13%.
Independentemente do balaio de gatos dos candidatos o mais legal foi confirmar o número de participantes.
Nos EUA, votar em eleições é facultativo.
Mas este ano os democratas bateram recorde de participação.
Pularam dos + ou - 125 mil de 2004 para algo entre 227 mil e 239 mil [NYT, CNN e AP ainda não chegaram a um acordo sobre esse número em suas projeções].
No saco republicano o número teria subido de 89 mil da eleição passada - quando George W. era candidato único - para 120 mil este ano.
No país das liberdades individuais, um número modesto.
Mas, pelo menos, encorajador.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Ainda É Projeção Mas ...
Charlie Gibson volta a entrar em plantão pra dizer que a ABC projeta Obama como vencedor democrata do Caucus.
George Stephanoupoulos - ex-estrela do governo Clinton hoje comentarista político - anuncia que a participação dos democratas foi de 200,000 cidadãos.
Bem, não é exatamente um grande número mas está melhorando.
Na última eleição foram apenas 124 mil.
Poooing !
Foi dada a largada !
George Stephanoupoulos - ex-estrela do governo Clinton hoje comentarista político - anuncia que a participação dos democratas foi de 200,000 cidadãos.
Bem, não é exatamente um grande número mas está melhorando.
Na última eleição foram apenas 124 mil.
Poooing !
Foi dada a largada !
Caucus Quentinho Saindo do Forno
De Nova Iorque, Mariana Lemann avisa que Charlie Gibson [ABC News] acabou de entrar em plantão no meio de "Betty, A Feia" para dizer que lá em Iowa ...
Huckabee ganhou entre os republicanos.
Os democratas ainda estão nas preliminares mas por enquanto é Obama em primeiro, Hillary em segundo e Edwards em terceiro
Que vença o menos pior !
Huckabee ganhou entre os republicanos.
Os democratas ainda estão nas preliminares mas por enquanto é Obama em primeiro, Hillary em segundo e Edwards em terceiro
Que vença o menos pior !
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Next Ever After
Nem é pássaro, nem é avião.Quem dera fosse Superman.
Eu seria mais complacente.
É uma instalação de Helmut Lang, numa galeria de Williamsburg, em NY.
Faz o maior sucesso.
Os fashionistas se despencam até a the journal gallery, na 1st, no Brooklyn, pra ver.
Helmut Lang se aposentou do mundo da moda há uns dois anos, quando saiu da Prada.
Há muito mais já não tinha nada a ver com a marca Helmut Lang em si.
De lá pra cá vem fazendo chamados 'projetos artísticos'.
Eu não me interessei mas quem quiser ver de perto, a disco ball, chamada Next Ever After, fica em exibição até 28 de janeiro.
Como eu não sei explicar o conceito do artista [o site dele é o hl-art], posto abaixo a descrição original do release.
Boa Sorte.
"like Janus, the Roman god, is able to view the past and future simultaneously, reflecting while simultaneously absorbing its surroundings, creating a sensation both voyeuristic and self-aware,”
E No Competitivo Mercado Americano ...
Meu vôo de ida SPO-NY atrasou.
Era para sair às 23h25 e só decolamos às 02h30.
É que quando já estávamos dentro do avião, dando ré para taxear, houve uma pane.
As luzes - todas - se apagaram e o avião, na linguagem popular, morreu.
As turbinas foram desligadas.
Muito solícito, o comandante explicou que havia ocorrido uma pane num dos circuitos dos computadores.
E ele teve que, várias vezes, ligar e desligar os circuitos para descobrir onde estava o problema.
Dentro do avião, vôo lotado, sem um lugar vago, ninguém piava.
Após tantos acidentes traumáticos, os passageiros, pelo menos os brasileiros, amadureceram.
Aprenderam, em longos lutos solidários, que segurança tem que vir antes de tudo.
Nesse liga e desliga voltamos ao finger.
Não podíamos sair.
As horas se passaram e os técnicos finalmente localizaram o circuito com problema.
Mais meia hora para consertá-lo e três horas depois do previsto, finalmente, decolamos.
Com todo o atraso, muita gente perdeu as conexões no JFK.
Mas todo mundo entendeu que não há como voar com um problema.
Mesmo assim, hoje, dez dias depois, recebi um e-mail da companhia, a American Airlines.
Um diretor qualquer pede desculpas pelo transtorno e oferece 3.000 milhas pelo incômodo.
Três mil milhas não valem o atraso de quem perdeu um vôo, claro, mas é um gesto de reconhecimento de que um problema da companhia significa transtorno para o consumidor.
No país dos desmandos da Tam, da Gol e da Varig, fica o exemplo.
Era para sair às 23h25 e só decolamos às 02h30.
É que quando já estávamos dentro do avião, dando ré para taxear, houve uma pane.
As luzes - todas - se apagaram e o avião, na linguagem popular, morreu.
As turbinas foram desligadas.
Muito solícito, o comandante explicou que havia ocorrido uma pane num dos circuitos dos computadores.
E ele teve que, várias vezes, ligar e desligar os circuitos para descobrir onde estava o problema.
Dentro do avião, vôo lotado, sem um lugar vago, ninguém piava.
Após tantos acidentes traumáticos, os passageiros, pelo menos os brasileiros, amadureceram.
Aprenderam, em longos lutos solidários, que segurança tem que vir antes de tudo.
Nesse liga e desliga voltamos ao finger.
Não podíamos sair.
As horas se passaram e os técnicos finalmente localizaram o circuito com problema.
Mais meia hora para consertá-lo e três horas depois do previsto, finalmente, decolamos.
Com todo o atraso, muita gente perdeu as conexões no JFK.
Mas todo mundo entendeu que não há como voar com um problema.
Mesmo assim, hoje, dez dias depois, recebi um e-mail da companhia, a American Airlines.
Um diretor qualquer pede desculpas pelo transtorno e oferece 3.000 milhas pelo incômodo.
Três mil milhas não valem o atraso de quem perdeu um vôo, claro, mas é um gesto de reconhecimento de que um problema da companhia significa transtorno para o consumidor.
No país dos desmandos da Tam, da Gol e da Varig, fica o exemplo.
Iowa Caucus
Olê, olê, olê, olá.
Está chegando a hora.
Obama ou Hillary ?
Iowa tem 3 milhões de habitantes.
Em 2004, 124 mil democratas participaram dos caucauses.
Mal vejo a hora de saber quantos vão participar este ano.
Fora republicanos !
Xô Bush e sua laia !
Se mais eleitores participarem - e eu espero que eles participem - pode ser que os EUA tenham uma eleição melhor do que as duas últimas.
A de 2000 nem vou comentar.
E a quem interessar possa.
Em Des Moines, hoje, faz 4 graus negativos, mínima de 13 abaixo de zero.
Em NY chegou a fazer 22 abaixo de zero.
No momento são míseros oito negativos.
E, no Rio, 33oC, sensação térmica de 37oC.
Está chegando a hora.
Obama ou Hillary ?
Iowa tem 3 milhões de habitantes.
Em 2004, 124 mil democratas participaram dos caucauses.
Mal vejo a hora de saber quantos vão participar este ano.
Fora republicanos !
Xô Bush e sua laia !
Se mais eleitores participarem - e eu espero que eles participem - pode ser que os EUA tenham uma eleição melhor do que as duas últimas.
A de 2000 nem vou comentar.
E a quem interessar possa.
Em Des Moines, hoje, faz 4 graus negativos, mínima de 13 abaixo de zero.
Em NY chegou a fazer 22 abaixo de zero.
No momento são míseros oito negativos.
E, no Rio, 33oC, sensação térmica de 37oC.
Sem Lenço, Documento E Um Centavo ... Na China !
Por Dayse Espíndola
Um fim de tarde bonito, inverno.
Fui a uma cafeteria comer doce.
Sabe aquele desejo incontrolável por um pudim de leite condensado?
Acreditem, eles existem por aqui!
Pedi, paguei e sentei próxima a um balcão para esperar.
Do meu lado, dezenas de chineses.
Coisa mais do que comum.
Nem um minuto longe dela, nem um minuto de pé e, de repente, ela: a minha bolsa sumiu, desapareceu, evaporou!
Tinha acabado de tirar todo o dinheiro do banco para comprar presentes para o Natal e levar para o Brasil.
Dentro: minha carteira, dois cartões de crédito, um do banco chinês (através do qual recebo a bolsa de estudos), o celular que demorei meses para comprar, cartão telefônico e todos os documentos brasileiros: carteira de identidade, CPF, etc.
Tudo bem.
Nada de drama.
Nada do que não poderia acontecer (e claro, acontece) no Brasil.
Mas a sensação de em um segundo para o outro estar absolutamente sem nenhum dinheiro, nenhuma moedinha a 18.000km de casa acho que não pode ser igual.
Um desespero.
Sensação de "E agora? O que eu faco? Vou passar fome sozinha, na China!"
Pedi emprestado o celular de um chinês ao meu lado, liguei para uns amigos.
Foram me buscar.
Para o dinheiro, deu-se um jeito.
Até meu pai conseguir enviar alguma coisa para um banco e eu sacar com o passaporte.
Sim! O passaporte estava intacto na minha casa!
Mas aí, entra a parte interessante da história: a polícia, os furtos e os chineses!
Depois de toda a confusão, fui com uns amigos à delegacia fazer um Boletim de Ocorrência.
O lugar estava vazio e o policial foi muito prestativo.
Sentamos, eu e uma amiga italiana que fala mandarim quase que perfeitamente.
Ele começou as perguntas.
Nada menos do que 3 horas e meia em que tive que responder indagações como:
Quantos centímetros de largura tinha a sua bolsa?
Qual era a cor de dentro?
Quantas divisões tinha a bolsa?
Era verdadeira ou falsa?
Comprada aqui ou no Brasil?
Quanto de dinheiro em notas (quais as notas), quantas moedas exatamente?
Isso, fora a pergunta mais estranha pra mim: Voce gostava da bolsa?
Bom, nao propriamente.
Ou sim.
Não sei mais.
Gostava de ter dinheiro pra comer.
Isso sim, com certeza.
Mas não reclamo.
Se saber tudo isso contribui para encontrarem a bolsa, muito bem.
Os furtos são comuns na China.
E como quem nao sabe, ensina, vale um conselho:
Atenção em dobro à máquinas fotográficas, celulares e bolsas!
Bicicleta, se você tem, um dia vai perder.
Não se preocupe.
Acontece.
Todo mundo já teve uma furtada.
Interessante é que em todos os lugares há cartazes e anúncios pedindo para a população ficar atenta com seus pertences. Nos ônibus, um alto-falante diz isso o tempo todo.
Se não podem evitar, pelo menos avisam.
No mesmo triste dia de mais uma experiência "oriental", no Brasil, meu pai foi assaltado.
Com uma arma na cabeça.
Tensão, medo, ameaças.
No fim, deixaram o meu pai e levaram o dinheiro.
Na China, há furtos, mas não há assaltos e roubos.
Só o Estado tem armas e isso pode não parecer fazer diferençaa, mas faz muita.
Você sabe que podem furtar sua bolsa, mas tem a certeza que não vão te ameaçar, humilhar, ou colocar uma arma na sua cabeçaa para conseguirem isto.
Parece um pouco ignorância dizer: "Levem tudo, mas não machuquem."
Mas me parece menos horrível isso do que quando lembro daquele menininho João Hélio, por exemplo.
Claro que bom seria um Estado que garantisse completa segurança.
Mas como não existe em nenhum lugar do mundo, pelo menos que população civil e bandidos não tenham armas.
Isso é o que acontece na China.
Ninguém vai chegar armado em você.
Dos males, o menor.
Dinheiro a gente trabalha, estuda e consegue de novo.
A vida é uma so, ninguem devolve ou recupera.
PS: Claro que tambem tenho críticas a um Estado que acredita ter o direito de matar.
Mas isso é uma outra longa discussão.
Um fim de tarde bonito, inverno.
Fui a uma cafeteria comer doce.
Sabe aquele desejo incontrolável por um pudim de leite condensado?
Acreditem, eles existem por aqui!
Pedi, paguei e sentei próxima a um balcão para esperar.
Do meu lado, dezenas de chineses.
Coisa mais do que comum.
Nem um minuto longe dela, nem um minuto de pé e, de repente, ela: a minha bolsa sumiu, desapareceu, evaporou!
Tinha acabado de tirar todo o dinheiro do banco para comprar presentes para o Natal e levar para o Brasil.
Dentro: minha carteira, dois cartões de crédito, um do banco chinês (através do qual recebo a bolsa de estudos), o celular que demorei meses para comprar, cartão telefônico e todos os documentos brasileiros: carteira de identidade, CPF, etc.
Tudo bem.
Nada de drama.
Nada do que não poderia acontecer (e claro, acontece) no Brasil.
Mas a sensação de em um segundo para o outro estar absolutamente sem nenhum dinheiro, nenhuma moedinha a 18.000km de casa acho que não pode ser igual.
Um desespero.
Sensação de "E agora? O que eu faco? Vou passar fome sozinha, na China!"
Pedi emprestado o celular de um chinês ao meu lado, liguei para uns amigos.
Foram me buscar.
Para o dinheiro, deu-se um jeito.
Até meu pai conseguir enviar alguma coisa para um banco e eu sacar com o passaporte.
Sim! O passaporte estava intacto na minha casa!
Mas aí, entra a parte interessante da história: a polícia, os furtos e os chineses!
Depois de toda a confusão, fui com uns amigos à delegacia fazer um Boletim de Ocorrência.
O lugar estava vazio e o policial foi muito prestativo.
Sentamos, eu e uma amiga italiana que fala mandarim quase que perfeitamente.
Ele começou as perguntas.
Nada menos do que 3 horas e meia em que tive que responder indagações como:
Quantos centímetros de largura tinha a sua bolsa?
Qual era a cor de dentro?
Quantas divisões tinha a bolsa?
Era verdadeira ou falsa?
Comprada aqui ou no Brasil?
Quanto de dinheiro em notas (quais as notas), quantas moedas exatamente?
Isso, fora a pergunta mais estranha pra mim: Voce gostava da bolsa?
Bom, nao propriamente.
Ou sim.
Não sei mais.
Gostava de ter dinheiro pra comer.
Isso sim, com certeza.
Mas não reclamo.
Se saber tudo isso contribui para encontrarem a bolsa, muito bem.
Os furtos são comuns na China.
E como quem nao sabe, ensina, vale um conselho:
Atenção em dobro à máquinas fotográficas, celulares e bolsas!
Bicicleta, se você tem, um dia vai perder.
Não se preocupe.
Acontece.
Todo mundo já teve uma furtada.
Interessante é que em todos os lugares há cartazes e anúncios pedindo para a população ficar atenta com seus pertences. Nos ônibus, um alto-falante diz isso o tempo todo.
Se não podem evitar, pelo menos avisam.
No mesmo triste dia de mais uma experiência "oriental", no Brasil, meu pai foi assaltado.
Com uma arma na cabeça.
Tensão, medo, ameaças.
No fim, deixaram o meu pai e levaram o dinheiro.
Na China, há furtos, mas não há assaltos e roubos.
Só o Estado tem armas e isso pode não parecer fazer diferençaa, mas faz muita.
Você sabe que podem furtar sua bolsa, mas tem a certeza que não vão te ameaçar, humilhar, ou colocar uma arma na sua cabeçaa para conseguirem isto.
Parece um pouco ignorância dizer: "Levem tudo, mas não machuquem."
Mas me parece menos horrível isso do que quando lembro daquele menininho João Hélio, por exemplo.
Claro que bom seria um Estado que garantisse completa segurança.
Mas como não existe em nenhum lugar do mundo, pelo menos que população civil e bandidos não tenham armas.
Isso é o que acontece na China.
Ninguém vai chegar armado em você.
Dos males, o menor.
Dinheiro a gente trabalha, estuda e consegue de novo.
A vida é uma so, ninguem devolve ou recupera.
PS: Claro que tambem tenho críticas a um Estado que acredita ter o direito de matar.
Mas isso é uma outra longa discussão.
A Revanche
Se o Golden Globes esnobou, o SAG - Screen Actors Guild Awards - adorou.
Into the Wild foi indicado em três categorias importantes.
Aprovo todas.
Melhor Elenco.
Emile Hirsch para Melhor Ator.
Hal Holbrook Melhor Coadjuvante.
E ainda tem meus votos para Entourage.
Melhor Série Cômica.
Jeremy Piven Melhor Ator.[sim, Ator e não Coadjuvante, muito justo] de Série Cômica.
Hugh Laurie e James Gandolfini, como sempre, para Melhores Atores de Série Dramática.
Into the Wild foi indicado em três categorias importantes.
Aprovo todas.
Melhor Elenco.
Emile Hirsch para Melhor Ator.
Hal Holbrook Melhor Coadjuvante.
E ainda tem meus votos para Entourage.
Melhor Série Cômica.
Jeremy Piven Melhor Ator.[sim, Ator e não Coadjuvante, muito justo] de Série Cômica.
Hugh Laurie e James Gandolfini, como sempre, para Melhores Atores de Série Dramática.
Ainda Golden
* Tomara que Cate Blanchett leve os dois Globos de Ouro.
Não vi Elizabeth mas se ela estiver à altura do que está como Bob Dylan em I'm Not There, merece Melhor Atriz & Melhor Coadjuvante fácil.
* Na categoria Melhor Filme Estrangeiro fico dividida entre Persepolis e Scaphandre.
* Cansei de torcer por Grey's Anatomy e House como Melhor Série.
Todo ano a mesma coisa.
* Mas para Melhor Série Humorística sou Entourage die-hard fã.
Acabei de ver a terceira temporada e não me canso.
Também não me canso de torcer por Jeremy Piven para Melhor Ator Coadjuvante.
É meu ator preferido.
Mas se Kevin Dillon [aka Johnny Drama] levar, não é de todo ruim.
* Já como Melhor Atriz Coadjuvante, não tem jeito.
Por falta de opção, fico com Katherine Heigl em Grey's.
Gosto de ver como ela cresceu da primeira temporada pra cá [estou quase terminando a terceira]
Vai longe a moça, que está sendo perseguida por Perez Hilton, por fumar.
Tenham a santa paciência.
Não vi Elizabeth mas se ela estiver à altura do que está como Bob Dylan em I'm Not There, merece Melhor Atriz & Melhor Coadjuvante fácil.
* Na categoria Melhor Filme Estrangeiro fico dividida entre Persepolis e Scaphandre.
* Cansei de torcer por Grey's Anatomy e House como Melhor Série.
Todo ano a mesma coisa.
* Mas para Melhor Série Humorística sou Entourage die-hard fã.
Acabei de ver a terceira temporada e não me canso.
Também não me canso de torcer por Jeremy Piven para Melhor Ator Coadjuvante.
É meu ator preferido.
Mas se Kevin Dillon [aka Johnny Drama] levar, não é de todo ruim.
* Já como Melhor Atriz Coadjuvante, não tem jeito.
Por falta de opção, fico com Katherine Heigl em Grey's.
Gosto de ver como ela cresceu da primeira temporada pra cá [estou quase terminando a terceira]
Vai longe a moça, que está sendo perseguida por Perez Hilton, por fumar.
Tenham a santa paciência.
Cinquentões
A Vida Dá Voltas
Depois de ser 'esquecido' pelo Golden Globes, Sean Penn foi anunciado ontem Presidente do Júri do Festival de Cannes.
Que este ano será realizado de 14 a 25 de maio.
Aliás até agora não entendi porque o Golden Globes esnobou tanto Into The Wild.
Não que eu o ache um épico, como vi Chalie Rose dizer a Sean Penn.
Gostei muito de ver o filme.
Acho bacana que ele faça sucesso.
Mas não está nem de longe entre meus 5 Filmes Favoritos de Todos os Tempos.
Porém, diante da lista dos 7 filmes indicados, só nos resta achar que o GG boicotou Penn politicamente.
Já pensou ele no palco fazendo discurso pelo impeachment do Bush, pró-Irã ou Venezuela ?
Que medo !
Sim, porque, perseguição política à parte, é mesmo meio constrangedor vê-lo falar de Hugo Chavez.
Eu vi na tv e quis me enfiar debaixo da cadeira de tanta vergonha, tão rasa é a visão 'engajada' do ator-diretor.
Mas boicotar Into The Wild no Golden Globes é lamentável.
Já escrevi aqui no Migrante porque o filme me é especial.
Jon Krakauer é meu jornalista-ídolo.
Com Into Thin Air mudou meu jeito de contar histórias.
Sean Penn, como diretor, confirmou minhas expectativas.
Fez o filme com a paixão que a história merecia.
Eddie Vedder sempre foi e sempre será um grande letrista.
Nunca o vi fazer uma música que não fosse passional.
E Chris MacCandless, apesar de eu fazer parte dos que não admiram suas motivações, merecia um filme à altura de sua vida.
Into The Wild é passional.
Gosto da câmera na mão, da tentativa de Penn de fazer um filme fora da linguagem blockbuster de Hollywood.
Às vezes seus maneirismos de edição 'vejam como sou independente' me cansam um pouco.
Mas só em remar contra a maré hollywoodiana já merece algum respeito.
Muito particularmente acho que a fotografia, apesar de bonita, não está a altura do real Alaska.
Em maio do ano passado, sobrevoei e pousei em Fairbanks e, acreditem-me, é muito mais 'wild' do que qualquer filme.
Porém concordo que, dentre todos os filmes não-documentários que já vi flmados no Alaska, Into The Wild é de longe o que está mais perto.
Chato mesmo é não ver Penn indicado ao GG de melhor diretor.
Mais do que o filme o que gosto é a direção dele dos atores.
Não há um ator em Into The Wild que não esteja bem dirigido.
Emile Hirsch foi uma grata surpresa.
Começo a me animar com Speed Racer, será ?
Vou ver Lords of Dogtown pra ter certeza.
Mas tenho uma velha tese de que fazer personagens extremos é mais fácil.
Difícil mesmo é fazer o que fez Marcia Gay Hardem como a mãe Billie.
Hal Holbrook, então, está incrível.
Poucas cenas, contidas, e tudo nele é emocionante.
Levaria fácil meu voto para melhor coadjuvante.
O casal hippie também está ótimo.
E Vince Vaughn prova porque pode ser muito melhor do que todos os papéis óbvios que teimou em aceitar nos últimos três ou quatro anos.
É o Vince gigante do começo de carreira.
Na ausência de Sean no quesito diretor, vou torcer por Ridley Scott porque sou fã da sua imensa versatilidade e/ou Julian Schnabel, que também foi incrível na direção de atores de Scaphandre et le Papillon, outro filme em que não há um ator sequer que não esteja muitíssimo bem dirigido.
Também vou torcer por Scaphandre [The Diving Bell and the Butterfly, em inglês] como melhor roteiro.
Música foi o único quesito em que Into The Wild não foi boicotado.
Foi indicado a melhor trilha sonora e melhor música.
'Guaranteed' nem é minha música preferida.
Gosto da trilha de cabo a rabo.
Merece um post à parte.
Minha preferida é Long Nights, a música que abre o filme.
E sempre achei que Hard Sun, a música-tema, que toca no trailler, seria a indicada.
Mas entendo os votantes do Golden.
É difícil mesmo resistir a Eddie Vedder 'humming'.
Eu também sucumbiria [rs].
Que este ano será realizado de 14 a 25 de maio.
Aliás até agora não entendi porque o Golden Globes esnobou tanto Into The Wild.
Não que eu o ache um épico, como vi Chalie Rose dizer a Sean Penn.
Gostei muito de ver o filme.
Acho bacana que ele faça sucesso.
Mas não está nem de longe entre meus 5 Filmes Favoritos de Todos os Tempos.
Porém, diante da lista dos 7 filmes indicados, só nos resta achar que o GG boicotou Penn politicamente.
Já pensou ele no palco fazendo discurso pelo impeachment do Bush, pró-Irã ou Venezuela ?
Que medo !
Sim, porque, perseguição política à parte, é mesmo meio constrangedor vê-lo falar de Hugo Chavez.
Eu vi na tv e quis me enfiar debaixo da cadeira de tanta vergonha, tão rasa é a visão 'engajada' do ator-diretor.
Mas boicotar Into The Wild no Golden Globes é lamentável.
Já escrevi aqui no Migrante porque o filme me é especial.
Jon Krakauer é meu jornalista-ídolo.
Com Into Thin Air mudou meu jeito de contar histórias.
Sean Penn, como diretor, confirmou minhas expectativas.
Fez o filme com a paixão que a história merecia.
Eddie Vedder sempre foi e sempre será um grande letrista.
Nunca o vi fazer uma música que não fosse passional.
E Chris MacCandless, apesar de eu fazer parte dos que não admiram suas motivações, merecia um filme à altura de sua vida.
Into The Wild é passional.
Gosto da câmera na mão, da tentativa de Penn de fazer um filme fora da linguagem blockbuster de Hollywood.
Às vezes seus maneirismos de edição 'vejam como sou independente' me cansam um pouco.
Mas só em remar contra a maré hollywoodiana já merece algum respeito.
Muito particularmente acho que a fotografia, apesar de bonita, não está a altura do real Alaska.
Em maio do ano passado, sobrevoei e pousei em Fairbanks e, acreditem-me, é muito mais 'wild' do que qualquer filme.
Porém concordo que, dentre todos os filmes não-documentários que já vi flmados no Alaska, Into The Wild é de longe o que está mais perto.
Chato mesmo é não ver Penn indicado ao GG de melhor diretor.
Mais do que o filme o que gosto é a direção dele dos atores.
Não há um ator em Into The Wild que não esteja bem dirigido.
Emile Hirsch foi uma grata surpresa.
Começo a me animar com Speed Racer, será ?
Vou ver Lords of Dogtown pra ter certeza.
Mas tenho uma velha tese de que fazer personagens extremos é mais fácil.
Difícil mesmo é fazer o que fez Marcia Gay Hardem como a mãe Billie.
Hal Holbrook, então, está incrível.
Poucas cenas, contidas, e tudo nele é emocionante.
Levaria fácil meu voto para melhor coadjuvante.
O casal hippie também está ótimo.
E Vince Vaughn prova porque pode ser muito melhor do que todos os papéis óbvios que teimou em aceitar nos últimos três ou quatro anos.
É o Vince gigante do começo de carreira.
Na ausência de Sean no quesito diretor, vou torcer por Ridley Scott porque sou fã da sua imensa versatilidade e/ou Julian Schnabel, que também foi incrível na direção de atores de Scaphandre et le Papillon, outro filme em que não há um ator sequer que não esteja muitíssimo bem dirigido.
Também vou torcer por Scaphandre [The Diving Bell and the Butterfly, em inglês] como melhor roteiro.
Música foi o único quesito em que Into The Wild não foi boicotado.
Foi indicado a melhor trilha sonora e melhor música.
'Guaranteed' nem é minha música preferida.
Gosto da trilha de cabo a rabo.
Merece um post à parte.
Minha preferida é Long Nights, a música que abre o filme.
E sempre achei que Hard Sun, a música-tema, que toca no trailler, seria a indicada.
Mas entendo os votantes do Golden.
É difícil mesmo resistir a Eddie Vedder 'humming'.
Eu também sucumbiria [rs].
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Que Situação !
No táxi que me leva do Santos Dumont para casa ouço na rádio que se diz jornalística.
No Rio de Janeiro [se referindo ao trânsito] a situação se complica na Ponte Rio-Niterói.
A situação, como sabemos, é um sujeito instável.
Se complica.
Se descomplica.
Se irrita.
No Rio de Janeiro [se referindo ao trânsito] a situação se complica na Ponte Rio-Niterói.
A situação, como sabemos, é um sujeito instável.
Se complica.
Se descomplica.
Se irrita.
Resoluções De Ano Novo
Eu nunca faço.
Tenho preguiça de não cumpri-las.
Mas, eis que neste comecinho de 2008 dou início a algo que passei 2007 jurando que ia fazer.
Back-up num HD.
E, como, hã, bem, sou de escorpião, sabem como é, né, signo exagerado, trouxe de NY um HDzinho de 1TB.
Ia ser o de 2TB, mas ele era pesado demais.
Quem me conhece bem sabe que em breve o 1TB não dará conta.
Mas vamos lá.
Ano Novo, Armazenamento Já.
Tenho preguiça de não cumpri-las.
Mas, eis que neste comecinho de 2008 dou início a algo que passei 2007 jurando que ia fazer.
Back-up num HD.
E, como, hã, bem, sou de escorpião, sabem como é, né, signo exagerado, trouxe de NY um HDzinho de 1TB.
Ia ser o de 2TB, mas ele era pesado demais.
Quem me conhece bem sabe que em breve o 1TB não dará conta.
Mas vamos lá.
Ano Novo, Armazenamento Já.
Aquecimento Pessoal & Global
Três aeroportos em 24 horas.
Três temperaturas.
Em Nova Iorque, hoje, a mínima foi de 12 abaixo de zero.
Neste momento faz apenas 1 negativo.
Em São Paulo, no aeroporto de Congonhas, de onde blogo, 29oC.
No Rio, onde chego em breve, máxima de 30oC.
Três temperaturas.
Em Nova Iorque, hoje, a mínima foi de 12 abaixo de zero.
Neste momento faz apenas 1 negativo.
Em São Paulo, no aeroporto de Congonhas, de onde blogo, 29oC.
No Rio, onde chego em breve, máxima de 30oC.
5 Bons Motivos Para Ver Persépolis
Que Em 2008 Todos Nós Tratemos Melhor A Língua Portuguesa
Principalmente os nossos mancheteiros.
Porque lá na Folha Online acabo de descobrir que ...
Preço do barril do petróleo começa o ano em alta e bate US$ 98 com violência na Nigéria..
Ou seja o preço do barril bate com violência na pobre da Nigéria.
Bateu saudade do Professor Pasquale.
Porque lá na Folha Online acabo de descobrir que ...
Preço do barril do petróleo começa o ano em alta e bate US$ 98 com violência na Nigéria..
Ou seja o preço do barril bate com violência na pobre da Nigéria.
Bateu saudade do Professor Pasquale.
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